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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Mentes Perturbadas

A história começa com Martin Vanger,um empresário bem sucedido, dono do Império Vanger.Era casado e tinha dois filhos.Um homem sério , educado e calmo.Ele seria um homem normal se não existisse o fato de ser um louco sádico , torturador de mulheres.Martin possuía em casa uma câmara de tortura,um palco com grandes cenas.
Martin sabia como encantar as mulheres para saciar seus desejos.Quando levava uma mulher ao seu "motel personalizado", primeiro a amarrava , depois tirava várias fotos , possuía a mulher e fazia o que lhe desse vontade.Por último esquartejava e queimava os restos mortais de seus brinquedinhos sexuais.
Em um belo dia chuvoso , Martin conhece Valerrie em uma reunião de trabalho.Valerrie era uma uma mulher gentil , elegante , e inteligente.Ela era sedutora e angelical ao mesmo tempo.Martin passou a deseja-lá , a imaginava em sua cama.
Martin e Valerrie se conhecem melhor.E ele cada vez mais obcecado pela sua beleza.Dessa vez Martin não quer tortura-lá, o desejo é diferente.
Mal ele sabia que aquela mulher gentil e elegante era uma louca sádica , torturadora de homens.Ele provou do seu próprio veneno.
Como uma viúva negra Valerrie era,parecia dócil e inofensiva,mas matava os machos,um instinto em comum.
Valerrie matou Martin,cortou todos os seus dedos e seu pênis.O enterrou deixando apenas sua cabeça para fora.
A história de Martin e Valerrie virou lenda na Suécia,dizem que até hoje Valerrie ronda o país matando homens e que até agora 30 homens já foram mortos por suas mãos.E a casa de Martin está abandonada desde que ele morreu , dizem que na câmara de tortura se ouvem vozes femininas implorando por socorro.

p.s : Martin foi morto em uma sexta-feira treze .

Juliana Moura

sábado, 7 de agosto de 2010

Se existia alguma duvida de que a saudade que sinto de você é imensa, hoje não existe mais. Fui acometido por sentimentos que eu já estava assustadoramente acostumado a sentir.

Pedaços de mim permaneceram em terra firme enquanto eu alçava vôo a um lugar muito mais distante do que os 9 km que me separam da tua casa. Daqui não posso nem cogitar a idéia de te encontrar, e talvez isso seja o motivo dessa vontade de saltar de um avião em movimento e te prender de uma forma que tu jamais possas escapar.

Nem mesmo todas essas milhas e milhas fizeram-me esquecer os pedaços de você que, como imãs, encontram-se aplicados sobre minha pele, exibidos por onde passo. A gente só percebe o calor do abraço quando sente a dor de respirar o ar frio da solidão – e faz frio aqui.

Fui decolando e bradando aos céus toda a sorte de impropérios, percebendo a cada segundo que mais me fazia falta a tua onipresença – a certeza de que apenas alguns quilômetros me separavam de ti me confortava nos momentos em que a saudade parecia tomar proporções infindáveis.

Mas, cá estou eu, de novo, distante demasiadamente dos teus olhos, sentindo a saudade que me tira o sono, me faz perder o controle, e que eu já acho um saco sentir – eu não me acostumo a essa condição de sem-você.

Pode ser até que não passe pela tua cabeça, mas contigo eu aprendi que quando a gente quer demais uma coisa, a gente é capaz de feitos que a nossa mente nem consegue conceber. É por isso que me ponho à tua frente mesmo quando minha auto-estima implora por um ‘’não mais’’.

Eu preciso, você também, todo mundo precisa de alguém.
Aquela música eu nunca consegui escutar. Sempre pulo na metade, enquanto driblo a dor de saber que não significo nada pra você.
Estaria eu fadada ao fracasso de nunca mais conseguir olhar nos teus olhos?
Me repito em palavras que, pra ti, não significam nada. E sou alvo de críticas anônimas, sussurros sobre meus erros, sobre minha memória que não sei apagar.

Já me acostumei com a idéia de que o aperto que isso me causa já nem me faz mais chorar. E já não me abalo mais. Parece que meu corpo e minha cabeça já se acostumaram com minha derrota. Então aqui estou, tentando dar um passo a frente, tentando avançar sem conseguir voltar atrás. Mas sempre viro a cabeça pra lembrar, pra tentar entender como eu consegui te deixar ir.
O sentimento de culpa aqui nunca se curou. E fica pior ainda quando vejo que já nem sei mais se minhas lembranças são reais, ou apenas fruto da minha imaginação, criadas por aquela vontade de viver ao seu lado e ter aquilo que até hoje eu não encontrei.

Não vejo a hora de ir embora, de te apagar, de me livrar do monstro que você criou em mim. Mas, no fundo, eu só quero que você me abrace forte, dizendo que vai ficar tudo bem e que, um dia, vou poder sorrir do mesmo jeito que sorri naquela noite em que você riu da minha cara, dizendo que nada ia acontecer.

Eu sinto falta disso