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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Não nego que eu ainda te amo.Claro não é mais o mesmo amor.Aquele encanto,aquela felicidade se foi.A cada dia que passava mais nebulosa ficava nossa relação.Você deixou de me dar orgulho e eu fui ficando cada vez mais inacessível.
Tantas idas e vindas, o medo de não te ter mais era muito grande.Agora estou mais forte e o medo já foi "quase" superado.Me dei conta de que EU sou mais importante do que VOCÊ.
Não dá.Não mais!
O meu trabalho desses últimos dias é apenas um : enganar meu coração dizendo que não te quero mais.E quando eu conseguir,vou te olhar como uma pessoa normal.
Não quero esquecer de você, até porque nunca vou conseguir.Suas marcas estarão pra sempre em mim.Os momentos bons e ruins,serão apenas lembranças de um tempo em que tive você perto de mim.
Sim eu ainda te amo.Não,não te quero mais.
Isso vai passar e você vai chorar!
            

sábado, 2 de outubro de 2010

Hoje eu realmente não sei se quero ficar com você , eu te amo mais não sei se é o que eu quero para mim , posso sofrer sem você , mais sofrerei mais com você e eu não quero isso . Hoje me sinto estranha para você , e não e assim que quero me senti , quando ficamos juntos não foi como imaginei e eu não gostaria de ser uma pedra no seu sapato, você para mim é um sonho , é muito perfeito para mim , mais eu vi o quão perfeito é a vida , e você não era tão perfeito assim para mim , você gosta dela e ela te tem ,e tem o seu coração , e eu nem a sua presença eu tenho essa honra . 
Mais Hoje eu abro as portas do meu coração e te deixo ir , ir para ser feliz , para você seguir sua vida , porque você só será feliz com ela , e eu te amando , mesmo sabendo que você não é o meu príncipe encantado , só quero te ver feliz, esse agora é o meu único sonho que quero que se realize ! Mais nunca se esqueça que sempre que você precisa eu estarei aqui para ombro amigo ,sempre estarei aqui para te ajudar , mesmo não me amando ! 
souvenir (palavra francesa) s. m. 1. Lembrança. 2. Presente de amizade para servir de lembrança.
Eu procuro trazer um souvenir dos lugares por onde passo. Diria que, só de olhar para essas coisas – que, ao olho desatento podem ser insignificantes – eu sinto como se existisse algo que me fizesse voltar pra lá. É como se minhas andanças fossem marcadas por um enorme novelo de lã que carrego em mãos por onde passo. Sempre encontro o caminho de volta.

É assim com as pessoas, também. Estamos constantemente expostos ao contato dos nossos semelhantes. Preço e tamanho do souvenir que levamos pra casa são diretamente proporcionais ao significado que a gente atribuiu a esses encontros. Existem aqueles que deixam conosco apenas a mais perecível das memórias, um bilhete ilegível, ou um presente insignificante, ordinário.

Existe também a parcela que não.

Fico feliz, e abro um sorriso toda vez que olho para a minha prateleira e nela encontro as mais valiosas lembranças, das pessoas mais importantes com as quais tive a felicidade de conviver. Cada uma dessas lembranças se materializa na forma de um souvenir, cuja simples visualização me faz lembrar o porquê dele estar ali, suspenso sobre esse pequeno pedaço de madeira na minha parede.
Me pego imaginando, e tentando adivinhar em quantas prateleiras estou. Será que tudo que eu deixei nesse mundo foi aquele chaveiro esquecido numa gaveta qualquer? Ou será que sou eu aquela estatueta que ocupa lugar de destaque na casa das pessoas? Eu não quero passar perto, arranhar a superfície, bater de raspão. As pessoas podem viver perfeitamente sem aquelas coisas supérfluas, mas atribuem valor incalculável àquelas outras pelas quais nutrem afeto.

Nenhum ser humano é capaz de viver sem afeto. Se você acha que sim, pode fechar os olhos, pois você já morreu.

Eu quero que meu impacto nas pessoas seja sutil como a colisão de dois caminhões em sentidos opostos. Sinto que já passou da hora da gente descarrilar trens, afundar barcos, trazer ao chão os aviões. Que a marca vire cicatriz, e que todos que passarem por mim a levem consigo em suas peles, mas que não haja dor. Que as explosões nos pulverizem em pequenos, mas importantes pedaços, incrustrados nos corações daqueles que cruzarem o nosso caminho.

Sejamos importantes, eternos, e sem preço.
Eu sou uma dor. Tem dias que sou intensa e em outros eu nem marco presença: fico só no fundo, atrás de um problema maior, para que eu possa descansar. Mas na maioria das vezes eu sou incômoda e constante, forte e pontuda. De vez em quando eu cutuco e faço cócegas. E nem quem gosta de cócegas me acha agradável nesses dias. Tudo, quando é muito intenso, se perde. Acho que por isso a maioria não me suporta, tenta me bater e me afastar. De quando em quando, isso faz eu me divertir e continuar importunando. Mas só em alguns dias. Outra parte das pessoas me evita. Os que são chamados de sãos. Eu os deixo fugirem. E Não me merecem. Ou eu, talvez, não queira admitir que eu não os alcance. Eles sabem correr. Correm como cães. Pelo menos de mim. De qualquer forma, existe ainda uma pequena parcela das pessoas que é indiferente a mim. É o pior tipo. Eles me tiram do sério. E isso faz com que eu tente machucá-los. Nada pior para uma dor que não ser sentida. Os loucos gostam de mim em certos tempos. Às vezes sussurram meu nome. Eu não costumo ir nessas ocasiões. Dores têm que ser inesperadas. Então eu sempre chego de fininho. Aí eles passam a me odiar. Eu não entendo. Porém me afasto. continuo seguindo de corpo em corpo. Uma vez um rapaz me fez bem. Ele fazia de tudo para nos encontrarmos de novo. Aí eu não feria mais, passei a ser outra coisa. Amor. Apesar das palavras rimarem, não tem nada a ver comigo. E eu não posso ser mudada. Às vezes eu o procuro de novo. Ele me bate. E me afaga. Eu o amava. Mesmo que com segundas intenções, de vez em quando, ele me queria. Mas eu nunca conheci alguém que me amasse e me quisesse o tempo todo ao seu lado.
O problema de tudo é que minha vida está tomada por nuvens, e elas te fazem sempre chover em mim – eu estou sem guarda-chuva. Quando eu digo “anoiteceu” é para que tu entendas que é escuro esse mais-um-dia-sem-você.

Eu não sei como te encontro, nem as letras do teu nome, mas, se soubesse, elas estariam nas estrelas, ou em qualquer lugar que tu pudesses facilmente observar e entender que já ta na hora de você chegar.

Já que não podemos dividir a mesma cama, contento-me com a certeza de que estamos, pelo menos, sob o mesmo céu, observando a estrela que quisermos, e esperando que o destino se encarregue da nossa colisão.

Eu não posso te ouvir, nem te ver, mas sei que tu estás por aqui; talvez seja minha miopia, ou talvez algo a mais nos aguarde pra amanha. E que o amanhã chegue logo; e que você chegue logo, bem aqui.

Por que você está acordada, se deveria estar dormindo (comigo)?

Sigo em frente.

Anoiteceu, mas sinto que já faz tempo que a nossa vida escureceu. Agora, tudo o que tu podes ver no chão são pedaços meus que, na verdade, estão aí pra te guiar até tua casa. A minha companhia já não te conforta, eu sei, mas tu ainda precisas de mim para entender o que se tornou teu passado.

Sim, anoiteceu, e de uma vez por todas o brilho nos meus olhos ao te ver chegar não se faz mais perceptível. Os focos de luzes ecoam por detrás do muro do orgulho que tu colocaste na frente dos teus olhos, na busca incessante de não me deixar voltar para tua vida, e tudo o que eu faço acaba por tornar-se em vão.

Hoje já não há mais vagas em meus hotéis, nem rabiscos em meus papéis para tu achares que são poesias para ti. Perdi a vontade de te escrever. De fato, não desisti de tentar, só cansei de te esperar. E tu nem imaginas o quanto eu esperei você voltar.

A orquestra foi perdendo seus membros mais importantes, e eu fui me perdendo em livros, relógios, rabiscos em cadernos utilizados de toda sorte. Qualquer papel colocado em minhas mãos era facilmente tomado por consoantes ilegíveis. As iniciais do teu nome eram tão comuns quanto a vontade de chutar todos os obstáculos que encontro antes de chegar até a porta da tua casa.

Mas aí você decidiu que era o fim. Então, que seja.

Eu sigo em frente, eu sigo caminhando, eu já não sei mais como voltar.
Estava lendo algumas coisas na internet, quando surgiu uma janela pop-up irritante que piscava, e que tinha escrito algo como: ‘calcule o amor entre você e quem te ama’. Por mais que a situação seja boba, e que ninguém ligue e logo feche a aba, eu fiquei olhando fixamente, e aquilo me fez pensar, o que também me fez ficar com raiva. Quem teve a ousadia de criar aquilo, de achar que o amor se ‘mede’, como a temperatura? Quem teve a ousadia de achar que o amor é como um objeto?! Infelizmente, há uma enorme porcentagem de pessoas que pensam da mesma forma, e ainda há ignorantes que procuram esse tipo de coisa.

Pois saibam que o amor é objeto de estudo da ciência, e talvez a coisa mais abstrata do mundo. Duas pessoas que se amam verdadeiramente é algo tão bonito quanto um céu estrelado, quanto um arco-íris após uma tempestade, quanto a Lua namorando o mar. É tão confuso quanto às obras de Guimarães Rosa, intrigante quanto Dom Casmurro, tão apaixonante quanto às obras de Shakespeare, tão complicado de entender quanto o zero e o infinito na física, tão misterioso quanto a mente humana, tão bobo quanto um palhaço, tão frágil quanto um recém nascido e ao mesmo tempo forte e intenso quando as muralhas da China.

Quem consegue explicar os suspiros apaixonados de uma moça? Quem consegue explicar o palpitar dos corações quando se encontram? Quem consegue explicar os sonhos e os pensamentos distantes de um rapaz? E as loucuras que fazem? Quem consegue explicar esse misto de sentimentos tão belos e puros? Então me digam, e depois me mate, quem é que consegue medi-los?

Mas não me digam que é grande, pois grande eu sei que é, mas talvez o seu ‘grande’, ou talvez ‘enorme’ seja muito pequeno para mim, e comparado ao que eu sinto.

Hipócrita quem tenta medir o amor, e digo mais, fazem isso, pois nunca amaram de verdade.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Eu sei que colocar uma letra não é nada original , mais não sei o porque , só sei que essa música me faz bem.Eu gosto dela.

As cores - Cine
O vento bate a porta e não me engana mais
Decoração branca não me satisfaz
Eu queria estar no seu lugar
Mas não estou
Acham que enlouqueci
Perguntam de você pra mim
Eu tento dizer que está tudo bem
Estou igual vivendo o irreal
Perguntei do final pras flores
As flores são parte do total
Já se tornou banal
Me sentir mal (me sinto mal)
As cores lá fora me disseram pra continuar
Elas me disseram pra continuar (Eu já superei)
Mas eu queria suas mãos nas minhas
Revelar as fotos que tiramos e ninguém sabia
Da sua partida (Da sua partida)
E se foi
Se jogou num mar aberto de ilusões
E as ondas te acertaram como eu planejei
Eu exagerei
Um sentimento tão forte
Eu sei que tive sorte
Aquilo não era o que eu sou
Agora eu sei muito bem quem sou
E o que me tornou
Tão igual vivendo o irreal
Perguntei do final pras flores
As flores são parte do total
Já se tornou banal
Me sentir mal, me sinto mal!
As cores lá fora me disseram pra continuar
Elas me disseram pra continuar (Eu já superei)
Mas eu queria suas mãos nas minhas
Revelar as fotos que tiramos e ninguém sabia
Dessa sua partida (Da sua partida)
(Tudo que eu penso parece que é você
Eu tento outros meios, mas não vou esquecer)
Tudo que eu falei te fazia chorar
Não te ouvia falar
Só te peço perdão
Hoje canto pra que ouça dos céus que eu não
Duvidei do amor
Tão igual, vivendo o irreal